Tubarão perdeu parte de sua graça

Texto a ser publicado em livro da Academia Tubaronense de Letras.

 

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  1. #1 por Jairo Pessoa Guimarães em 30 de julho de 2013 - 09:14

    Caro amigo Lédio!

    A gratidão e o reconhecimento de uma amizade é tão valoroso quanto a própria amizade, enquanto pode ser desfrutada. O Babá, embora eu apenas o conhecesse, não tenha tido um convivio com ele, era sim, tudo isto: Um diferencial na cidade. Um crítuco irônico e humorado e, pra muitos, com certeza, um vilão de fazer inveja a alguns da Globo, O Jornal “O Trabuco”, que o diga, fez frear muito ímpeto de alguns políticos daqui. Das suas rizadas, que se ouvia nos bares, onde estivesse, com a devida desconfiança dos que apenas a ouviam, sem saber das conversas que rolavam. O Babá, fez a sua festa e a de muitos amigos, livre, leve e solto. Gostei!

    Um abraço.

    Jairo

    • #2 por Lédio Rosa em 30 de julho de 2013 - 09:22

      Obrigado Jairo. De fato ele fazia a festa por onde passava. Era divertido os momentos. Como nosso amigo Sergílio.

  2. #3 por Sergio F. Lopes em 30 de julho de 2013 - 09:28

    Ledio,

    Que inveja boa de ter tido um amigo assim como descreves o especial Babá!!!

    Abraço

    Sergio

    • #4 por Lédio Rosa em 30 de julho de 2013 - 09:54

      Sérgio, além de amigo, era meu tio. Um abraço.

  3. #5 por Nery Farias em 30 de julho de 2013 - 09:51

    Caro Lédio, como redator dos jornais Tribuna Sulina, do saudoso Bartholomeu Menezes, e do meu próprio, o Jornal de Bairro, tive o prazer de corrigir centenas de crônicas do Babá, e em nossa convivência quase que diária, curtir boa parte de seus devaneios literários. Sim, posso dizer que conheci um dos maiores gênios desta terra. E mais, aprendi muito com ele…

    Nery Farias

    • #6 por Lédio Rosa em 30 de julho de 2013 - 09:54

      Que bom saber disso Nery. Um abraço.

  4. #7 por Jorge Lacerda da Rosa em 31 de julho de 2013 - 17:16

    Lédio, muito legal o texto sobre o Baba. Consegui conviver um período grande com ele qdo retornou a Tubarão. Realmente era assim. E os “grandes porres” no Céu da Boca foram Homéricos e em muitos estavamos todos juntos. Saudades das nossas conversas e bebedeiras. Saudades do nosso Babazão

    • #8 por Lédio Rosa em 2 de agosto de 2013 - 10:43

      É a vida meu querido primo. Vivemos das saudades e do que fazemos no presente. Uma pena que muitas coisas acabam, até nós mesmos…

(não será publicado)