Os sinos…

SinosOs sinos batem e ouvidos ateus estremecem

Pelo fragor e não pelo simbólico

Criam um sentido sonoro

Interveniente na vida vivida

Do íntimo dolorido tiram agradáveis sensações

Como se possível fosse alegria na tristeza

Os sinos batem e os sons agradam

Os sinos, a vida, a solidão, tudo percepção

A sublimação do mais profundo sofrimento

Libertar-se, tornar a dor em arte, viver a vida com paciência

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Verão

mocasOh! Verão que te aproximas

Já desnudando corpos ocultos

Quantas belezas apresentas

Aos olhos dispostos a ver

Apresse-se primavera, para o calor trabalhar

Assim poderemos olhar

As obras da natureza

Quantas, quantas beldades

Livres para alegrar

Deixar os sonhos fluírem

Permitir o imaginar…

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Lar Legal

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Um encontro…

O que dizer de um sorriso lindo capaz de encantarpicasso

De uma inteligência fervilhante repleta de emoção

Um sofrimento cálido com polpas de alegria

Uma mulher enigmática de doçura extasiante

 

O que desejar diante da beleza

Da consciência amarga das mazelas

Frente à filosofia, as artes da existência

Sublimação da dor, alívio da felicidade

 

Como beijar o mundo, o ser amado

Abraçar todos os combalidos, desesperados

Assistir o cinema do cotidiano

O espetáculo diário humano

 

Como viver o momento

Envolto em cruéis sentimentos

Abandonar as bengalas

Para se apoiar no Eu

 

O encontro sem confronto

De seres amáveis, dispostos a viver

Longe das frivolidades das massas

Protegidos pela cumplicidade da inteligência

 

Escondidos no anonimato

No abandono da ganância, dos holofotes fúteis

Burlando o medo com a paixão

Vivendo em ebulição com quem vale a pena…

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Entrevista Justiça do Trabalho na TV – Apresentadora Letícia Cemin

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