No baldio, arenoso e pedregoso terreno da vida
Eis que nasce uma flor, solitária e inesperada
Veio de baixo da areia, pelo meio das pedras
Em local inóspito, ousou nascer
Não havia água, esperança de vida
Mas ela floresceu e insistiu em viver
Está se tornando bela, a cada dia…
A flor em meu terreno, minha existência
Vê-la crescer, total alegria
A tristeza indo ao longe
Perdendo espaço para um jardim
No qual os beija-flores
Fecundam o amor
A flor, a flor do meu jardim
Meu amor, meu desejo
Me faz voar por ai…
Rita
Lédio!!!
De tudo de belo que já li aqui em seus poemas, este sem dúvidas ficou perfeito!!! Em cada linha a poesia vive o reflexo do poeta, que verdadeiramente traduz o que sente, através da vida que floresce!
Lindoooo!
Lédio Rosa
Muito obrigado Rita. Vindo de ti fico muito feliz.
Rita
E eu muito mais feliz em saber…
beijos!
Lédio Rosa
Beijo querida.