Diante à liberdade, as amarras
Em frente à aventura, a segurança repetitiva
Apresentando-se o desejo, há submissão às repressões
Aflorando o livre amor, firmam-se contratos de afeto
Vai-se o riso e a alegria espontâneos
Ficam os compromissos e papéis sociais
Adéquam-se os lares, repletos de moral, violência e caras taciturnas
Passa a história, seguem as guerras e as tristezas de cada um
Há felicidade, escondida em algum lugar
Os corpos perecem e ao final as mentes querem refazer-se
Não há mais tempo, só o que foi feito e o pouquíssimo ainda a fazer…
Rita
O ser humano é complexo e complica
cria leis que à tudo aplica
deveria criar lei
que obrigasse a ser feliz.
Pura utopia,eu sei!
Lédio Rosa
Felicide prescinde de lei, necessariamente.