Com uma arma na mão
Caminhando na solidão
Sentindo enorme frustração
Estando a Lua encoberta
O imenso mar em turbilhão
Escondido sob o escuro da noite
Berrava demonstrando sua força
A arma dava segurança
A mente profunda confusão
O tempo frio e o vento em açoite
Assim passou a noite
Olhando o negro, vendo o nada, pensando em tudo
Ao amanhecer dirigiu-se à alcova
E como se fosse uma cova
Dormiu profundamente…
Rita
Lédio, sei que tudo é só poesia,
mas achei este um poema muito triste.
Fala de uma alma solitária
e angustiada que alimenta abismos em vez de valorizar suas asas…
Assim como o escuro da noite passou
e o dia chegou, o tempo frio logo passará…
também os momentos de solidão e frustração passarão…
Lédio Rosa
A tristeza faz parte da vida. E não olvides, Rita, que poesia também é ficção.
Rita
Tudo faz parte da vida.
E não olvides, Lédio, na poesia, ficção e realidade andam sempre juntas…
bjs!
Lédio Rosa
Uma parte da subjetividade sempre vai junta.