Sintam a minha tolice
Sou um bobo alegre
Não me atinge a consciência
Ignoro as verdades da inteligência
Permito-me a felicidade da alienação
Sou um ser cansado da luta
Condescendente com a alegria…
Como cantalorar a felicidade,
Sem ofender as amarguras da vida?
Como sorrir à toa,
Sem afrontar as lágrimas da existência?
Como permitir-se ao tudo,
Sem sentimento de culpa?
Abraçando-te, beijando-te, danando-se o mundo…
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