Carnaval

A juventude, a meia idade, a madurês

Ibiraquera2

Os carnavais, de tantas formas

O melhor, o melhor dentre todos

Sem as marchinhas de outrora

Nem as aberrações de agora

Acordar com belo manjar

Beijos, abraços, amor solto, sem embaraço

Remar o caiaque, deslizar sobre as águas tíbias

 

Vendo teu sorriso ardente

A alegria em teus belos e doces lábios

Brilhos cintilantes de olhos meigos apaixonados

Na lagoa mansa banhos e conversas

Outros beijos e abraços com amor no pudor

O mar imponente rugindo forte

Empurrava as águas doces

Lambuzando-as de sal

Ao descansar os músculos Werther ensinava o louco dolorido no amor

Entardecer lento com os cantos dos pássaros

Juntavam-se! Preparavam-se para o sono

Ao fundo o céu azul e suas nuvens brancas avermelhadas pelo Sol a se ir

A noite escura, a feitura do jantar

O vinho bom, a leveza no ar

Na alcova nossas folias particulares

O amor, a forma de amar, não havia lugar à tristeza

A vida! Vida boa de se passar…

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