A juventude, a meia idade, a madurês
Os carnavais, de tantas formas
O melhor, o melhor dentre todos
Sem as marchinhas de outrora
Nem as aberrações de agora
Acordar com belo manjar
Beijos, abraços, amor solto, sem embaraço
Remar o caiaque, deslizar sobre as águas tíbias
Vendo teu sorriso ardente
A alegria em teus belos e doces lábios
Brilhos cintilantes de olhos meigos apaixonados
Na lagoa mansa banhos e conversas
Outros beijos e abraços com amor no pudor
O mar imponente rugindo forte
Empurrava as águas doces
Lambuzando-as de sal
Ao descansar os músculos Werther ensinava o louco dolorido no amor
Entardecer lento com os cantos dos pássaros
Juntavam-se! Preparavam-se para o sono
Ao fundo o céu azul e suas nuvens brancas avermelhadas pelo Sol a se ir
A noite escura, a feitura do jantar
O vinho bom, a leveza no ar
Na alcova nossas folias particulares
O amor, a forma de amar, não havia lugar à tristeza
A vida! Vida boa de se passar…
