Nas profundezas da complexidade humana
Quando o simples se dissipa no infinito das contradições
As teorias humanitárias perdem sentido diante dos fatos
O ódio se estrutura como razão do cotidiano
Tímido, o amor corrói, devagarinho, as entranhas da violência
E tua singela existência vira potência de resistência
Pois nada consegue assustar um coração apaixonado
Disposto a tudo e ao nada, tão só interessado em te amar
Afinal, o que interessa as loucuras do mundo?
Para quem apenas deseja sorrir e te beijar…