Embalem como neném sonolento
Os sofrimentos dos lutadores
Para dormirem em paz
E depois acordarem vivaz
Com energia reforçada
Motivando as ações
Necessárias às grandes revoluções
Tão raras de existirem
Tão necessárias à existência
Tão traidoras dos ideais
Soprem, soprem ventos fortes
Assim a humanidade não dormirá
Busque, se der, assobiar
Entoando um hino motivador
Das liças dos sofredores
Com teus ruídos e empurrões
Irá a história, ventos fortes
No embalo da cuna da humanidade
Assustada com o escuro
Com o bicho papão da ignorância
Ventos fortes, ventos fortes, soprem com furor
Ameacem destruir, pois talvez assim
Quiçá, quiçá possam construir…
