Ventos…

VentosOh! Ventos fortes

Embalem como neném sonolento

Os sofrimentos dos lutadores

Para dormirem em paz

E depois acordarem vivaz

Com energia reforçada

Motivando as ações

Necessárias às grandes revoluções

Tão raras de existirem

Tão necessárias à existência

Tão traidoras dos ideais

Soprem, soprem ventos fortes

Assim a humanidade não dormirá

Busque, se der, assobiar

Entoando um hino motivador

Das liças dos sofredores

Com teus ruídos e empurrões

Irá a história, ventos fortes

No embalo da cuna da humanidade

Assustada com o escuro

Com o bicho papão da ignorância

Ventos fortes, ventos fortes, soprem com furor

Ameacem destruir, pois talvez assim

Quiçá, quiçá possam construir…

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