Caro Amigo,
gostei muito do tema… achei interessante( qdo escandi teus versos) perceber que ja desenhas tb a metrica ( os versos maiores sao octossibalos) … mas, retornando ao tema, permita-me Pessoar um pouco:
“E assim nas calhas de roda/Gira, a entreter a razão,/Esse comboio de corda/Que se chama coração”. Nunca se sabe …
Ab,
Jussara
Me encanta esta forma como você consegue com poucas palavras dizer muito.
“Nunca se sabe” …e ninguem sabe que muitas vezes nosso sorriso é só disfarce.
jussara
Caro Amigo,
gostei muito do tema… achei interessante( qdo escandi teus versos) perceber que ja desenhas tb a metrica ( os versos maiores sao octossibalos) … mas, retornando ao tema, permita-me Pessoar um pouco:
“E assim nas calhas de roda/Gira, a entreter a razão,/Esse comboio de corda/Que se chama coração”. Nunca se sabe …
Ab,
Jussara
Lédio Rosa
É Jussara, nunca se sabe. O imprevisível pode ser fantástico.
Neide
Acho que não gostaria de saber, considero a ignorancia do destino o maior prazer da vida. É sempre tudo novo, uma eterna descoberta.
Lédio Rosa
Não acredito no destino. Creio que cada um constróia a sua história.
Rita
Me encanta esta forma como você consegue com poucas palavras dizer muito.
“Nunca se sabe” …e ninguem sabe que muitas vezes nosso sorriso é só disfarce.
Lédio Rosa
De verdade. Quase sempre se finge.