Mar, doce mar
Ondas, belas ondas
Sobre elas corpos surfam
Crianças brincam
a pular, a gritar, a flutuar
Mar, doce mar
Ondas, belas ondas
Sobre elas corpos surfam
Crianças brincam
a pular, a gritar, a flutuar
Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio.
Que a morte de tudo que acredito não me tape os ouvidos e a boca.
Porque metade de mim é o que eu grito, mas a outra metade é silêncio.
Oh! Que tristeza me dá
De saber que a fome no mundo poderia acabar por vontade humana
Mas o mercado não deixa
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