Felicidade! Felicidade sublime, frágil e furtivo instante

O mais raro e caro sentimento

Senti-o em um raio de vida

Seu nome foi amor

Que passou, passou como chispa existencial

E agora no cotidiano real

Busco qualquer outro ideal

Para afastar o sofrimento

Seguir o possível da vida normal…

Já rodei meu mundo varias vezes

e sempre me torno a pensar no ser humano e gente

no que ele não é capaz de fazer por amor

 

viver uma aventura, perder medo de altura

e presenciar o céu a cada vez que a briga mais e mais intriga

e tudo começa a girar

Cada vez a dor mais forte desse amor de sorte

É apenas continuar, mas nesse abismo louco onde o caminho é torto

você começa a se calar

O corpo já fraco e a mente não tão forte, apenas tenta não se cansar Read More

Me atormento com minhas próprias palavras

Me arranho com minhas próprias garras

E no fundo, quem sou eu?

Pois se ninguém sabe, muito menos eu.

 

Já que tanto falam, já que tanto julgam

Quem sou eu?

E como vou saber? Pois se tantas já criaram

E como vou saber? Se tantas historias alimentaram

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Correntes são só metais

Aprisionam os corpos

Ferem, sangram, causam dor

Mas não atuam sobre as mentes

O corpo preso e dolorido sofre

A mente livre flutua

Faz seu mundo

Cria sua felicidade

As correntes da mente são sutis

Convencem ao aprisionamento

Aniquilam o cérebro

São mais fortes, ultrapassam os metais

Abandonemos as TVs, fujamos dos templos

Dos mecanismos de adestramento

Busquemos refúgios nas bibliotecas, nos museus, na arte

Arrebentemos as correntes de metais, mentais e cerebrais…